Certa vez, alguém perguntou à George Bernard Shaw (dramaturgo)
por que ele parecia tão jovem. “Não, eu não pareço”, retrucou ele.
“Aparento a idade que tenho. São as outras pessoas que parecem ser
mais velhas do que são. Que pode você esperar de pessoas que comem
cadáveres? (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia
prático da alimentação vegetariana”).Não tenho dúvida de que a suspensão do consumo de animais faz parte
integrante do destino da raça humana em seu aperfeiçoamento gradual.
(Thoreau)
Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada
etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para a
satisfação de nossos desejos corpóreos. (Gandhi)
Da Vinci considerava os corpos de comedores de carne como sendo
“locais de sepultamento”, sepulturas dos animais que eles comiam.
(Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da
alimentação vegetariana”).
Eu conhecia todos os argumentos fisiológicos, econômicos e
ecológicos que apoiavam o vegetarianismo, mas foi a experiência,
direta da crueldade do homem para com os animais que estabeleceu o
verdadeiro alicerce de meu compromisso com o vegetarianismo. (Peter
Burwash - campeão de tênis).
As vacas vivas são uma
vantagem econômica. É por demais claro que uma vaca viva fornece à
sociedade mais alimento do que quando morta – sob a forma de
fornecimento contínuo de leite, queijo, manteiga, iogurte e outros
alimentos ricos em proteína.
(Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da
alimentação vegetariana”).
Para se cultivar meio quilo de trigo é necessário apenas 27 litros
de água, ao passo que a produção de meio quilo de carne requer entre
1.125 e 2.700 litros de água.
(Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da
alimentação vegetariana”).
Na República de Platão, Sócrates, o grande filósofo grego,
recomendava uma dieta vegetariana porque ela permitiria ao país usar
de maneira mais inteligente seus recursos agrícolas. (Fundação
Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação
vegetariana”).
Oh, queridos companheiros, não profaneis vossos corpos com alimentos
pecaminosos. Nós temos milho, temos maçãs que curvam os galhos com
seu peso e uvas crescendo nos vinhedos. Há ervas de sabor doce e
legumes que podem ser cozidos e abrandados no fogo, nem se nos nega
o leite ou o mel perfumado com menta. A terra proporciona um
suprimento exuberante de riquezas, de alimentos inocentes e
oferece-nos banquetes que não envolvem derramamento de sangue ou
matança; somente as feras satisfazem sua fome com carne, mas nem
todas elas, pois os cavalos, o gado e as ovelhas subsistem de grama.
(Pitágoras)
Certamente não são leões e lobos que comemos para defesa pessoal;
pelo contrário, ignoramos estes e chacinamos criaturas dóceis e
inofensivas, sem presas ou dentes para nos atacar. Por um pouco de
carne tiramos-lhes o sol, a luz e a duração de suas vidas a que elas
têm direito por seu nascimento e por sua existência. (...) Se
afirmais ser naturalmente projetados para esta dieta, então
primeiramente matai vós mesmos aquilo que desejais comer.
Entretanto, fazei isto somente através de vossos próprios recursos,
sem ajuda de cutelo, de um cacete ou de qualquer tipo de machado.
(Plutarco)
O filósofo francês Jean Jacques Rousseau observou que os animais
carnívoros são mais cruéis e violentos do que os herbívoros. Ele
concluiu, portanto, que uma dieta vegetariana produziria uma pessoa
mais compassiva. Chegou mesmo a aconselhar que não se permitisse que
os açougueiros testemunhassem no tribunal ou que se sentassem no
júri. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia
prático da alimentação vegetariana”).
É incoerente o fato de orarmos a Deus por misericórdia e justiça,
enquanto continuamos a comer a carne dos animais que são mortos por
nossa própria causa. (Isaac Bashevis Singer - escritor, ganhador do
prêmio Nobel)
Vários filósofos e líderes religiosos tentaram convencer seus
discípulos e seguidores de que os animais não passam de máquinas sem
alma e sem sentimentos. Contudo, qualquer pessoa que tenha alguma
vez convivido com um animal – seja ele um cachorro, um pássaro ou
mesmo um rato – sabe que esta teoria é uma mentira deslavada,
inventada para justificar a crueldade. (Fundação Bhaktivedanta do
livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).
Eis que vos tenho dado toda a vegetação que dá semente que há na
superfície de toda a Terra, e toda a árvore em que dá fruto e que dá
semente. Sirva-vos isto de alimento. (Gênesis 1:29)
E a todo animal selvático da Terra, e a toda criatura voadora do
céu, e a tudo que se move sobre a Terra, em que há vida, tenho dado
toda vegetação verde por alimento. (Em Gênesis 1:30)
Mas a carne com sua vida – seu sangue – não deveis comer. E, além
disso, exigirei de volta o sangue de vossas vidas; da mão de cada
criatura vivente exigirei de volta. (Gênesis 9:4)
Diz o Senhor: Já estou farto dos holocaustos de carneiro e da
gordura de animais bem cevados; e não me agrado do sangue de
novilhos, de cordeiros e de cabritos. E quando estendeis as palmas
de vossas mãos, desvio de vós os Meus olhos. Embora façais muitas
orações, não escuto; as vossas próprias mãos se encheram de
derramamento de sangue. (Isaías 1:5)
Quem mata um boi é como o que mata um homem. (Isaías 66:3)
Todos são criaturas de Deus, embora em diferentes corpos ou roupas.
Deus é considerado o pai supremo. Um pai pode ter muitos filhos e
alguns podem ser inteligentes e outros não muito inteligentes, mas,
se um filho inteligente diz a seu pai: ‘Meu irmão não é muito
inteligente; deixe-me matá-lo’, irá o pai concordar?...
Analogamente, se Deus é o pai supremo, por que deveria Ele sancionar
a matança dos animais que também são Seus filhos? (Srila Prabhupada
do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação
vegetariana”).
As pessoas que consideram que matar pessoalmente um animal seja algo
muito horrendo, tendem a julgar que o simples comer a carne não as
envolve em violência. Mas esta opinião é muito superficial e não
encontra apoio em qualquer autoridade espiritual válida. De acordo
com a lei do karma, todos aqueles que estão associados com a matança
de um animal são merecedores de punição: quem permite a matança,
quem mata, quem ajuda, quem compra a carne, quem cozinha a carne e
quem a come. Em um tribunal de justiça todos aqueles que conspiram
em um assassinato são considerados responsáveis, especialmente o
grupo que contrata os serviços do assassino. (Fundação Bhaktivedanta
do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação
vegetariana”).
A matança insensível e brutal de inumeráveis animais indefesos deve
ser considerada como um poderoso fator causal desta onda de
incontrolável violência.
Nos seus significados do Srimad-Bhagavatam, Srila Prabhupada
esclarece que a violência generalizada entre os seres humanos é uma
reação kármica à matança de animais. Disse ele: “Nesta era, a
propensão à misericórdia é quase nula. Por conseguinte, existem
sempre lutas e guerras entre homens e nações. Os homens não
compreendem que, por matarem irrestritamente tantos animais, eles
também terão que ser mortos como animais em grandes guerras. (...)
No Ocidente, matadouros são mantidos sem restrição e, portanto, a
cada cinco ou dez anos ocorre uma grande guerra na qual incontáveis
pessoas são mortas de maneira até mais cruel que os animais. Às
vezes, durante a guerra, os soldados mantêm seus inimigos em campos
de concentração e matam-nos de forma muito cruel. Estas são reações
provocadas pela matança irrestrita de animais em matadouros e pelos
caçadores na floresta”. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto
Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).
As árvores absorvem os gases tóxicos do excesso de dióxido de
carbono que liberamos na atmosfera, e os convertem em oxigênio
respirável. As árvores são os nossos supremos rejuvenescedores: sem
elas, a vida na Terra, como a conhecemos, não poderia existir. As
árvores das florestas tropicais também proporcionam um ambiente para
a maior diversidade de espécies de animais e insetos do mundo. Ao
queimarmos nossas florestas tropicais, não apenas destruímos a
vegetação que produz oxigênio e o ambiente em que os animais e
plantas vivem, mas também liberamos enormes quantidades de dióxido
de carbono na atmosfera, e assim aceleramos o deletério efeito
estufa. (Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Com toda a sua importância, por que as florestas tropicais são
destruídas de uma forma tão inexorável? A resposta é uma simples
questão de dor e prazer: o fator econômico. Consideráveis incentivos
fiscais foram concedidos nesses países para que fazendeiros derrubem
as florestas. É para abrir espaço para mais habitações? Claro que
não. É para criar pastagens para o gado que será exportado como
carne para os Estados Unidos. Os americanos importam dez por cento
de sua carne da América do Sul e Central. A fim de atender a essa
demanda, as florestas tropicais estão sendo eliminadas.(Anthony
Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Cada vez que come um hambúrguer, isso representa a destruição de
cinco metros quadrados de floresta tropical.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Você quer deter a destruição das florestas tropicais? Quer ajudar a
restaurar o delicado equilíbrio de nosso ecossistema? Além de enviar
seu apoio financeiro para organizações ecológicas, como a Green
peace, a coisa mais importante que pode fazer é vincular dor a seus
comportamentos pessoais que perpetuam o péssimo aproveitamento do
planeta. Um passo, com toda certeza, seria reduzir ou eliminar o
consumo de carne de hambúrguer. Um boicote deu certo com a indústria
de atum, e pode dar certo aqui também. Não estamos falando apenas de
dólares e centavos. O próprio planeta se acha em jogo. Saiba que as
decisões que você toma sobre o que põe em seu prato ao jantar
determinam, numa escala mínima, mas inegável, coisas como a
quantidade de dióxido de carbono que é liberada em nossa atmosfera,
e quantas espécies vegetais e animais morrerão a cada dia. (Anthony
Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Vamos analisar o impacto de suas decisões dietéticas num nível
local. Talvez você viva num estado americano, como eu, que
experimenta uma intensa escassez de água. Na verdade, já se disse
que no século XXI a água será o ouro do futuro, um dos nossos
recursos mais valiosos e escassos. Como isso pode acontecer, num
planeta que é predominantemente coberto por água? O motivo pode ser
encontrado na administração incrivelmente medíocre desse recurso
vital. Em termos específicos, o problema se relaciona com a
indústria da carne. Pense no seguinte: a quantidade de água usada
para criar um único bezerro é suficiente para fazer flutuar um
contratorpedeiro americano! Na Califórnia, todos nos empenhamos com
afinco para poupar água, com providências como não regar os gramados
e instalar redutores de fluxo em vasos sanitários e chuveiros. Todas
essas ações são importantes, mas você sabia que é preciso 19.394
litros de água para produzir meio quilo de carne? Isso significa que
você pode poupar mais água por não comer carne do que poderia se
deixar de tomar banho de chuveiro durante um ano inteiro. (Anthony
Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Segundo David Fields, um economista de Cornell, e seu associado
Robin Hur, "Cada dólar que os governos estaduais concedem aos
criadores de gado, sob a forma de subsídios de irrigação, custa mais
de sete dólares aos contribuintes em perdas salariais, aumento do
custo de vida e receita empresarial reduzida". O que uma pessoa pode
fazer para poupar mais água? A resposta me parece óbvia: cortar o
consumo de carne.(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante
interior”)
O mesmo acre de terra que produz 120 quilos de carne de boi daria
para produzir 20.000 quilos de batata - mais ou menos a diferença
entre alimentar uma pessoa e 160 pessoas! (Anthony Robbins do livro
“Desperte o gigante interior”)
Se cada americano reduzisse o consumo de carne em apenas dez por
cento, o número de pessoas que poderiam ser alimentadas, usando os
recursos que seriam liberados da criação de gado, seria de 100
milhões. É comida suficiente para alimentar cada homem, mulher e
criança famintos da Terra... e ainda ter um excedente.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Finalmente, um dos recursos naturais mais importantes que estamos
esgotando em decorrência de nosso hábito de carne é o solo arável. A
natureza precisa de 500 anos para criar dois centímetros e meio de
solo arável, e no momento estamos perdendo isso a cada 16 anos! Há
duzentos anos, os Estados Unidos tinham 54 centímetros de solo
arável, e agora temos apenas 15 centímetros. A quantidade de perda
de solo arável relacionada diretamente com a produção de carne é de
85 por cento. Sem um solo arável adequado, nossa cadeia alimentar
desmorona, e com isso nossa capacidade de existir.(Anthony Robbins
do livro “Desperte o gigante interior”)
John Robbins afirma que essa batalha será vencida não no Congresso
americano nem nas salas de diretoria, mas pelos indivíduos: "A
pessoa que vai ao supermercado, pára no balcão de carne, e pega um
filé com a etiqueta de preço de oito dólares por quilo, deve
compreender que tem na mão uma ilusão muito dispendiosa. Por trás da
pequena etiqueta de preço, escondem-se as florestas tropicais que
foram derrubadas, o suprimento de alimentos e água de nossos filhos,
o solo arável de nossos filhos, seu futuro meio ambiente. E temos de
olhar para o filé e dizer: Isso custa demais. O verdadeiro poder
está nas decisões que você toma no supermercado, nos restaurantes e
em sua cozinha.” (Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante
interior”)
"Animais irracionais"
também sentem DOR, como a gente; também sentem medo,
solidão, alegria, tristeza, fome, raiva, stress, SOFRIMENTO...
Por ignorância ou falta de informação, a grande maioria das pessoas
(e até alguns médicos retardados) ainda acreditam que precisamos de
carne em nossa alimentação, mas NÃO PRECISAMOS!!! Todos os
nutrientes que nos são necessários estão nos vegetais e minerais;
todas as proteínas que precisamos estão nos feijões, na lentilha,
ervilhas, grão de bico, soja e outros VEGETAIS...
Ninguém precisaria comer carne, - a vida fica muito mais saudável
SEM CARNE, e quanto mais gente tomar consciência disso, menos
"irracionais" precisarão nascer, sofrer e morrer apenas pra virar
carne morta dentro das barrigas dos “tão evoluídos "racionais"...
(Samuel da Costa - Escritor -
www.frent.info )
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